SINOPSE
A solenidade do Direito e dos processos muitas vezes cria uma barreira entre os operadores e a sociedade. A realidade brasileira, marcada por uma história de autoritarismo e racismo, revela muito sobre as decisões dos tribunais contemporâneos. A análise proposta utiliza a sátira de Lima Barreto para explorar a inadmissão de embargos de declaração considerados protelatórios.
A legislação de 2015 sugere que o Judiciário não pode corrigir suas falhas, levantando questões sobre a eficácia desse sistema. A obra convida à reflexão sobre a intersecção entre Direito e Literatura, revelando nuances do nosso contexto social.
