SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre a artificialidade dos tempos modernos aguarda o leitor. Folhas que caem de uma árvore de plástico, plantada em uma placa de isopor e regadas com líquido artificial, criam um retrato poético e inquietante da vida em sua forma mais frágil. Cada página convida à reflexão sobre aparências, verdades ocultas e as máscaras que usamos ao longo das décadas.
O texto explora a complexidade das emoções humanas em um cenário onde a autenticidade parece escassa. Através de metáforas impactantes, revela a luta interna entre o real e o artificial, instigando o leitor a questionar sua própria realidade.