SINOPSE
Pesquisas revelam como crianças com cardiopatias congênitas percebem e vivenciam seu adoecimento e as experiências hospitalares. A busca por compreender essas vivências é essencial, já que a literatura existente foca principalmente em pais e profissionais de saúde. Através de entrevistas com 25 crianças em uma ONG em São Paulo, foram utilizadas abordagens lúdicas, como desenhos, para facilitar a expressão dos sentimentos.
Os dados coletados foram organizados e analisados sob a perspectiva da Psicologia Analítica e das neurociências, trazendo à tona medos, fantasias e preocupações desses pequenos pacientes, promovendo um diálogo necessário sobre suas realidades.