SINOPSE
Com um caráter autobiográfico e histórico, a narrativa explora duas décadas de vivências junto às comunidades indígenas da Amazônia, entre 1974 e 1994. As dificuldades enfrentadas no trabalho de campo e a ideologia dos governos militares em relação aos povos indígenas são temas centrais, revelando um panorama complexo e desafiador.
Uma análise crítica do relacionamento entre as populações autóctones e o estado desde o período colonial é apresentada, complementada por apêndices que listam as leis fundamentais que moldaram essa interação ao longo do tempo.