SINOPSE
Viver parte da vida escondida traz desafios profundos, especialmente para uma jovem de treze anos lidando com ataques de pânico e a dor de ser diferente. Reflexões sobre a experiência homoafetiva revelam a luta interna contra o preconceito, tanto da sociedade quanto de si mesma. A narrativa entrelaça memórias pessoais e momentos marcantes da adolescência, culminando em uma jornada de autoaceitação e autoconhecimento.
Com uma abordagem honesta e poética, a autora busca aliviar sofrimentos e criar empatia, oferecendo conforto às mulheres que amam mulheres. Através de sua experiência, é possível recontar histórias e encontrar força na luta pela aceitação.