SINOPSE
A relevância do estudo de conceitos e termos relacionados às mestiçagens biológicas e culturais, especialmente no contexto da escravidão, é explorada de maneira profunda. O passado mestiço e escravista da Ibero-América, entre os séculos XVI e XVIII, é analisado através das denominações e categorias sociais que moldaram a identidade dos indivíduos e grupos, como “raça”, “cor” e “nação”.
Documentos históricos revelam como esses termos foram utilizados e reinterpretados ao longo do tempo, oferecendo uma perspectiva comparativa que ilumina as transformações sociais e identitárias que ocorreram, especialmente nas transições do século XIX para o XX, refletindo a complexidade de nossa herança cultural.




