SINOPSE
O décimo capítulo explora a ideia de que a morte não extingue a essência verdadeira do ser humano, mas apenas a individualidade aparente. O intelecto, que está atrelado ao corpo, surge e desaparece com ele, o que implica que não há continuidade psicológica após a morte. A individualidade é uma combinação temporária de vontade e intelecto, enquanto a verdadeira essência permanece indestrutível.
Embora a existência física seja marcada pelo sofrimento e pela transitoriedade, a manifestação metafísica do ser, representada pela Vontade, transcende o tempo e a morte. A filosofia deve, portanto, unir essas visões, revelando que a morte é a dissolução da individualidade, não do ser essencial.