SINOPSE
Um fecundo diálogo entre filosofia e cinema desafia a crença de que a “civilização da imagem” substituiu a palavra, esvaziando o pensamento. A partir dessa perspectiva, a obra explora como o cinema e a filosofia podem desmantelar clichês teóricos e imagens estereotipadas, reafirmando a potência do pensamento crítico. Influenciado por Nietzsche, Bergson e Deleuze, o autor analisa a relação entre conceitos filosóficos e imagens cinematográficas.
O texto propõe uma reflexão sobre como potencializar a vida, questionando o papel do clichê como um mecanismo que anestesia experiências. Ao incentivar a busca por novas sensações e pensamentos, a obra convida o leitor a se libertar das amarras do habitual e a se tornar um “visionário”.