SINOPSE
Na Europa entre os séculos XVI e XVIII, a noção de ‘povo’ começa a emergir, conectando-se a projetos nacionais que se consolidariam no século XIX. O texto explora questões conceituais e políticas, além das dificuldades metodológicas que envolvem o estudo da cultura popular, utilizando abordagens indiretas para preencher lacunas de testemunhos diretos.
Com uma análise aprofundada, são apresentados os valores e as atitudes de artesãos e camponeses, destacando seu papel contestatório e os esforços da elite para doutrinar. Essa dinâmica resultou em uma separação das culturas dentro da mesma sociedade.
