SINOPSE
A cultura hip-hop, com suas raízes profundas e ramificações ancestrais, oferece uma perspectiva única sobre as juventudes das periferias. Através dela, é possível enxergar essas comunidades não apenas sob a ótica da escassez, mas como um rico campo de linguagens e identidades. Essa visão propõe um entendimento mais amplo, que valoriza a criatividade e a expressão artística como formas de resistência e superação.
O diálogo entre a arte e o serviço social se revela essencial para transformar a invisibilidade social em visibilidade. Ao explorar essas intersecções, abre-se um caminho de conhecimento e amor, onde a cultura se torna uma ferramenta poderosa para a construção de novas narrativas e identidades.