SINOPSE
Questões sobre quem vive e quem morre são exploradas através do conceito de necropolítica, que analisa como as sociedades utilizam o Estado para hierarquizar a vida e a morte. Reflexões sobre a intersecção entre psicanálise e filosofia revelam a materialidade desse conceito, abordando desde o racismo de Estado até a adoração à morte promovida por necrogovernos, com foco na leitura de Freud e na realidade brasileira contemporânea.
Um especial destaca a mensagem de um prisioneiro político que desafiou as injustiças, incluindo uma entrevista com Frei Betto e críticas sobre obras que discutem a influência cultural e política do evangelho. A edição é enriquecida por uma coluna que analisa a obra de Benjamín Labatut, ampliando o debate sobre a compreensão do mundo atual.