SINOPSE
A evolução tecnológica na saúde transformou as causas de adoecimento e morte, impactando a infância de maneira significativa. Pacientes pediátricos frequentemente necessitam de cuidados crônicos, apresentando novos desafios para os profissionais de saúde. Nesse contexto, surge a necessidade de uma abordagem de Cuidado Paliativo Pediátrico, que visa atender a essa demanda crescente. Diretrizes foram elaboradas para orientar a prática, mas a aplicação desses cuidados ainda enfrenta tabus sociais, especialmente relacionados à morte infantil.
A investigação se concentra na implementação desses princípios em um hospital escola no sul do Brasil. O foco é aprimorar a relação entre médicos, pacientes e suas famílias, buscando elevar a qualidade de vida de crianças e adolescentes sob cuidados paliativos. Além disso, o estudo propõe uma reflexão sobre como os profissionais lidam com a terminalidade na infância, promovendo uma abordagem mais humanizada e sensível.