SINOPSE
Na prática clínica, muitas mulheres enfrentam a lesbofobia, sendo tratadas como anormais ou desviantes por profissionais despreparados. A falta de conhecimento sobre a vivência lésbica gera um ambiente opressor, onde suas experiências são silenciadas. Através de contos ficcionais, reflexões são construídas sobre a terapia e o atendimento a essas mulheres, abordando temas como auto-ódio, invisibilidade e a necessidade de acolhimento emocional.
Essas narrativas revelam a importância de despatologizar a vida e promover um espaço seguro para que suas vozes sejam ouvidas. O desafio é transformar a clínica em um local de cuidado e compreensão, onde o sofrimento específico dessas mulheres seja reconhecido e tratado com empatia.