SINOPSE
Casas que deixaram de existir ainda habitam nossas memórias, revelando o que perdemos e amamos. Através de crônicas que mesclam lirismo e cotidiano, é possível explorar uma arquitetura íntima de ausências, onde janelas se tornaram paredes e sofás guardam formas de quem partiu. Cada texto serve como uma porta entre o passado e o que insistimos em carregar.
A proposta é refletir sobre a permanência em meio à fragmentação do mundo. A escrita e a leitura se tornam refúgios para as ausências, oferecendo um espaço para que possam repousar e ser reconhecidas. Bem-vindo a essa jornada de autodescoberta.