SINOPSE
Memória, história e reflexão se entrelaçam na análise do processo de formação e deformação de duas metrópoles amazônicas. Belém e Manaus são apresentadas em um panorama histórico-cultural que revela a perda de suas identidades ao longo do século XX, à medida que se distanciaram de seus entornos naturais. Através de ensaios que dialogam, a obra propõe uma leitura crítica sobre a urbanização e suas consequências.
Os autores exploram a relação entre passado e presente, questionando o significado do progresso e os custos associados a ele. Com um olhar atento, a narrativa revela as complexidades da memória e da cultura, instigando reflexões sobre o que resta dessas cidades e como elas podem ser sonhadas para o futuro.