SINOPSE
Vivemos imersos em uma “sociedade do espetáculo”, onde telas e aplicativos moldam nossas interações e disputas. A expressão, criada em 1967, não é apenas uma descrição, mas parte de uma teoria revolucionária que influenciou eventos marcantes, como os protestos de Maio de 1968. O texto analisa as raízes do pensamento de um importante teórico, buscando resgatar sua radicalidade e oferecer uma visão crítica sobre a representação.
A análise abrange os principais trabalhos do pensador, relacionando-os com as filosofias de Hegel e Marx. Além disso, explora diálogos com outros autores relevantes e reflete sobre a relevância contemporânea de suas ideias, promovendo uma discussão sobre a “atualidade radical” de seu pensamento.