SINOPSE
Na introdução, uma referência bíblica ao bezerro de ouro é discutida como uma das primeiras manifestações do fetichismo, onde Moisés destrói a idolatria, resultando em um castigo severo. Essa narrativa revela a profundidade do significado social e psicológico desse fenômeno, que ecoa ao longo da história.
Críticas ao fetichismo também emergem no século XIX, destacando a visão de que deuses são criações humanas e a análise da alienação nas mercadorias. A coletânea busca evidenciar a importância de questionar o fetichismo da individualidade nas áreas da educação, psicologia e outras ciências sociais.