SINOPSE
A representatividade das coisas provoca uma reflexão filosófica relevante, especialmente com o crescente interesse das Artes em explorar a relação entre a existência e a percepção do observador. Novos desafios emergem, impulsionados pela facilidade de disseminação de informações, revelando falhas nas abordagens de pensadores como Schopenhauer e Merleau-Ponty, que ainda não oferecem respostas satisfatórias às questões levantadas.
O enfoque proposto busca superar dicotomias e contribuir para a utilidade da Filosofia contemporânea. A discussão abordará as interações entre a realidade e o observador, examinando as relações necessárias e dispensáveis para compreender a independência das coisas.
