SINOPSE
Metodologias inovadoras são apresentadas para mitigar os efeitos do estresse em crianças e adolescentes que prestam depoimentos em casos de violência sexual. A abordagem se concentra na “entrevista forense”, uma técnica que visa coletar evidências de forma sensível e respeitosa, garantindo um ambiente acolhedor para as vítimas. Essa prática não se limita a um espaço físico adequado, mas envolve uma nova postura da autoridade judiciária, promovendo a interdisciplinaridade através de equipes multiprofissionais.
O foco central é a proteção dos jovens, desafiando a visão adultocêntrica da cultura jurídica tradicional. A transição de uma abordagem de “inquirição” para uma de “escuta” reflete um compromisso com a ética na oitiva, reconhecendo crianças e adolescentes como sujeitos de direitos. Essa mudança representa um avanço significativo na forma como a justiça lida com casos de violência, priorizando o bem-estar das vítimas.
