SINOPSE
Explora as complexas relações entre o autismo e o regime nazista, revelando como diagnósticos refletiam os valores de uma sociedade em crise. Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões foram classificados e eliminados com base em suas características, incluindo crianças com deficiências sociais, que eram vistas como indesejadas.
Profissionais da saúde, como Hans Asperger, introduziram o termo “autismo” para descrever certas condições, buscando oferecer cuidados individualizados. No entanto, essa busca por compreensão foi manchada pela transferência de crianças consideradas intratáveis para centros de extermínio, desafiando a forma como a sociedade trata a deficiência.
