SINOPSE
Uma travessia íntima de reconstrução emocional e identitária se revela por meio de versos que exploram a dor como um rito de reorganização. O eu lírico, sensível e consciente, aprende a existir sem se anular, transformando feridas em fundamentos e excessos em lucidez.
Movimentos simbólicos de passagem conduzem o leitor por estados de ambiguidade afetiva, desapego e purificação, culminando na afirmação do corpo como um território sagrado. A espiritualidade e a ancestralidade entrelaçam-se, criando uma linguagem que celebra o crescimento silencioso e a coragem de permanecer inteiro após a quebra.