SINOPSE
O cenário brasileiro pós-redemocratização trouxe à tona debates significativos sobre relações raciais e ações afirmativas, especialmente as cotas raciais. Esses mecanismos são fundamentais para os Movimentos Sociais Negros, que buscam garantir o acesso à educação superior e promover a mobilidade social. Questões emergem sobre as escolhas de estudantes negros ao optarem pelo sistema universal de ingresso, em detrimento das cotas, e como isso reflete suas identidades raciais.
Além disso, a dinâmica entre cotistas e não cotistas nas universidades levanta preocupações sobre discriminação e a percepção do ambiente acadêmico. A análise das posturas de estudantes em relação às cotas e as possíveis hostilidades enfrentadas no campus revela um panorama complexo sobre inclusão e pertencimento na educação superior.
