SINOPSE
O espaço infinito é explorado como uma metáfora para o “eu”, sempre em transformação ao longo do dia. Memórias e silêncios se entrelaçam nas ruas e águas ao entardecer, criando uma imagem que revela a busca interna por autoconhecimento e crescimento. Universos particulares são desbravados, refletindo tanto a beleza da vida cotidiana quanto o peso da solidão.
Com uma linguagem rica e poética, o autor apresenta uma coleção de confissões e lembranças que ressoam com a experiência humana, evocando sentimentos universais que poderiam facilmente pertencer a qualquer um de nós.
