SINOPSE
Temas incômodos da sociedade contemporânea são explorados com uma acutilância surpreendente e uma leveza singular. Questões como crise, corrupção e direitos humanos são abordadas com humor e desencanto, refletindo sobre a dívida externa, a pobreza e a austeridade, revelando a sensibilidade de quem vivencia esses dramas. Cada poema se torna uma profunda reflexão sobre as feridas sociais, sem rodeios ou medo.
Esses versos funcionam como um ativismo cívico e social, ecoando as angústias vividas em Portugal e no mundo. Em tempos de desrespeito aos direitos humanos, a luta e a denúncia se tornam essenciais para preservar a dignidade humana.