SINOPSE
Compreender a força das manifestações como resistência ao sistema neoliberal é essencial. A análise das assembleias públicas no contexto econômico e político atual revela como essas ações coletivas se tornam formas plurais de expressão performativa. A relação entre performance e o corpo é explorada, destacando a importância das reuniões corporificadas na ressignificação do espaço público político.
Em tempos de precarização da vida, os corpos que rejeitam a dor imposta se unem em assembleias e manifestações, tornando-se visíveis em um cenário que frequentemente oculta o sofrimento. Essa luta performativa desafia a racionalidade neoliberal e a moralidade individualizante, buscando politizar a dor e a coletividade.
