SINOPSE
Ao observar a vida humana, somos confrontados com um intrincado mosaico de semelhanças e diferenças, que revelam tensões e convergências. As vulnerabilidades que marcam o início e o fim da vida nos mostram como as processualidades se entrelaçam em nossos organismos de maneiras surpreendentes, sugerindo que, além do corpo, existem diversas corporeidades emergentes.
Essas escritas exploram dimensões menos tangíveis e mais fragmentadas, convidando à reflexão sobre as corporeidades do sujeito na cena contemporânea. A busca por compreender essas expressões sensíveis e energéticas nos leva a novos entendimentos sobre a existência humana.
