SINOPSE
O desprezo pelos “ofícios mecânicos” no Brasil colonial e imperial é explorado, revelando como a escravidão moldou essa percepção negativa. Após a abolição, a resistência em exercer atividades tidas como “coisas de escravos” impôs a aprendizagem de ofícios a quem não tinha alternativas, perpetuando esse desvalor.
A análise das instituições voltadas ao ensino de ofícios, como liceus de artes e ofícios e arsenais militares, oferece uma visão das propostas dos intelectuais da época sobre a aprendizagem profissional e seus efeitos moralizantes esperados na sociedade.
