SINOPSE
Destinada a comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, a obra aborda a falta de tecnologia para enfrentar problemas de saúde pública em territórios isolados. A integração das vigilâncias nas esferas de governo é essencial para promover ações de saúde e reduzir morbimortalidade, especialmente em populações vulneráveis afetadas por vetores como moscas e mosquitos.
A pesquisa revela a necessidade de um levantamento ecoepidemiológico para identificar as causas dos agravos. A valorização dos conhecimentos tradicionais e a implementação de metodologias de prevenção são cruciais para melhorar a saúde e a qualidade de vida nessas comunidades.