SINOPSE
Levanta-se um questionamento sobre a eficácia das atuais formas de contratação de mão de obra operária, destacando um vício significativo que afeta profundamente os trabalhadores: a informalidade nas relações de emprego. A ausência de formalização, por meio do registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social, representa um desafio crucial enfrentado pela sociedade contemporânea.
Essa situação limita o exercício dos direitos sociais dos trabalhadores e os exclui do sistema protetivo do Estado. A reflexão proposta busca promover uma discussão sobre dignidade e inclusão social no contexto das contratações urbanas.
