SINOPSE
Valores e práticas conservadoras permeiam o cotidiano dos assistentes sociais, muitas vezes de forma naturalizada. O autoritarismo se destaca nas interações profissionais, afetando o relacionamento com usuários e colegas, além de criar dinâmicas de subalternidade com outros profissionais. Essa realidade revela a presença de uma moral cristã que orienta as ações, refletindo uma imagem da profissão ligada ao cuidado e ao sacrifício.
A análise das contradições inerentes à prática profissional em uma sociedade de classes é essencial para compreender a condição dos assistentes sociais. A falta de consciência sobre essas questões pode impactar a eficácia do trabalho e a relação com a comunidade atendida.
