SINOPSE
Contar a própria história pode parecer simples, mas envolve revisitar memórias e diálogos com pessoas que marcaram a vida. Ao receber um diagnóstico aos cinquenta e dois anos, uma nova perspectiva surge, revelando a presença de um personagem essencial: o “Eu Autista”.
Essa narrativa convida à reflexão sobre a identidade, as relações e os momentos significativos da vida. Ao revisitar o passado sob essa nova luz, é possível compreender experiências, perdoar os outros e, acima de tudo, encontrar o caminho para o auto-perdão.