SINOPSE
A noção jurídica de pessoa, embora essencial, frequentemente é tratada de maneira superficial, com abordagens que não aprofundam suas complexidades. Diante da singularidade da sociedade contemporânea, surge a necessidade de reavaliar a ideia comum de pessoa e seu conceito filosófico, especialmente em relação a temas como inteligência artificial, escravidão, servidão, embriões humanos, animais e a natureza.
Essa reflexão instiga questionamentos sobre as implicações jurídicas que um novo entendimento de pessoa pode trazer. A discussão se torna ainda mais relevante ao considerar as transformações sociais e tecnológicas que desafiam as definições tradicionais.