SINOPSE
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Um contrato milionário para fornecer respiradores levanta questões sobre a corrupção nas contratações públicas. Sinais de alerta, como capital social baixo e sócios investigados, foram ignorados, revelando que a corrupção prospera pela falta de perguntas simples. A análise das contratações emergenciais durante a pandemia no Rio de Janeiro expõe essa falha sistêmica.
Um roteiro claro e juridicamente embasado na Nova Lei de Licitações oferece um modelo de quatro etapas para analisar fornecedores e gerenciar riscos. Esta abordagem prática é essencial para gestores, advogados e cidadãos que buscam integridade nas contratações públicas.
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