SINOPSE
O percurso de pensamento na série de ficção científica é analisado por meio de um diálogo com a teoria da complexidade. A crítica ao cientificismo presente na trilogia é um ponto de partida para explorar as problemáticas das prequelas e sequências, escritas décadas depois. A construção da psico-história é examinada, destacando os desafios para a criação de uma ciência social matemática.
Conceitos como complexidade e megamorte são confrontados com a disputa ético-política entre a psico-história e Gaia, uma entidade planetária que busca unir seres humanos e meio ambiente em um superorganismo livre de conflitos.








