SINOPSE
A construção de Escalas de Mokken frequentemente ignora a complexidade das amostras, tratando-as como amostras AASC ou AAS. Essa abordagem pode resultar em estimativas imprecisas das Popularidades e Coeficientes de Escalonabilidade, levando a conclusões errôneas por parte dos pesquisadores.
O artigo apresenta uma análise detalhada sobre a aplicação correta de planos amostrais probabilísticos complexos na estimação de Escalas de Mokken. Utilizando o software estatístico Complex Mokken, são discutidas as melhores práticas para mensurar construtos de interesse, considerando as características dos desenhos amostrais.
