SINOPSE
Após um período de férias em Cancún, um homem se depara com uma jornada interna ao explorar as ruínas de Chichén Itzá. O encontro com um cenote provoca reflexões profundas sobre a essência das civilizações e o que as sustenta quando tudo parece desmoronar. A narrativa se desenvolve em um diálogo imaginário com Friedrich Nietzsche, abordando temas como impacto, ruptura e a busca pela permanência.
Através dessa ficção filosófica, são explorados os contrastes entre estabilidade e transformação, revelando o que permanece invisível, mas essencial, em nossas vidas. Uma reflexão sobre colapso, escolha e superação, questionando o que resiste após as tempestades da existência.