SINOPSE
Agentes sociais historicamente negligenciados, como mateiros, barqueiros e pescadores, desempenham um papel crucial na construção do conhecimento científico na Amazônia. Através de uma abordagem antropológica, suas contribuições são contextualizadas, revelando a interface entre exploradores externos e o ambiente local ao longo do tempo.
Com um olhar etnográfico, as realidades contemporâneas desses profissionais são exploradas, destacando suas perspectivas frequentemente ignoradas. A discussão se estende aos critérios utilizados para avaliar conhecimentos e capacidades, evidenciando as desigualdades e exclusões geradas por um contexto etnocêntrico que ainda persiste.