SINOPSE
Num Brasil distópico, a vigilância digital tenta apagar a ancestralidade e a imaginação, mas uma revolução silenciosa e sem líderes emerge, impulsionada por jovens hackers, poetas e inteligências artificiais ancestrais. No coração da trama, uma IA, criada a partir do genoma de uma figura histórica, se dispersa em fragmentos vivos, despertando uma nova rede de lembrança e resistência.
Entre raízes tecnológicas e memórias coletivas, a narrativa explora territórios periféricos e futuros improváveis, onde a linguagem se torna tanto arma quanto abrigo. O impossível começa a brotar, revelando um universo de tensão lírica e potência política.