SINOPSE
Discussões sobre a transformação de clubes de futebol em sociedades empresariais ganham força no Brasil, mais de duas décadas após a Lei Pelé. Análises críticas emergem, explorando as consequências dessa mudança, com base em pesquisas acadêmicas e relatos de torcedores de diferentes países, como Chile, Argentina, Portugal e Espanha.
Os textos questionam a eficácia da profissionalização e da boa governança, revelando um panorama desalentador sobre a realidade dos clubes-empresa. A investigação também aborda o perfil dos proprietários, evidenciando interesses geopolíticos que distorcem a lógica tradicional do mercado esportivo.







