SINOPSE
O cinema belga apresenta uma rica tradição que se manifesta em diversas vertentes, desde o naturalismo dos irmãos Dardenne até o surrealismo de Harry Kumel. Enquanto os primeiros retratam a desilusão dos marginalizados na sociedade contemporânea, o segundo explora o fantástico, como evidenciado em obras marcantes da década de 1970. Essa diversidade revela um panorama cinematográfico complexo, influenciado por movimentos como a Nouvelle Vague.
Entre 1955 e 2016, o país produziu uma série de obras-primas que, embora muitas vezes ofuscadas pela cinematografia francesa, merecem reconhecimento. Analisando tanto os sucessos quanto os fracassos, é possível entender as diretrizes que moldaram essa rica produção cinematográfica ao longo das décadas.