SINOPSE
Reflexões sobre o espaço social urbano brasileiro são apresentadas, considerando as transformações digitais que alteram a percepção de tempo e hierarquia de poderes. O conceito de cidade inteligente, originado por grandes empresas de tecnologia e agências internacionais, é analisado em sua amplitude e vaguidade, englobando temas como sustentabilidade e qualidade de vida.
As desigualdades sociais, no entanto, são vistas como obstáculos à conectividade e ao mercado, em vez de serem tratadas como questões humanas a serem resolvidas. A descontextualização do design tecnológico é evidenciada, exemplificada pela introdução de patinetes eletrônicos no Rio de Janeiro.