SINOPSE
No início da década de 1970, diversas associações comunitárias surgiram em bairros carentes de São Paulo, buscando defender moradores ameaçados de despejo. Esses grupos enfrentaram capangas contratados por interesses privados, que tentavam deslegitimar contratos e direitos conquistados com sacrifício. A luta por justiça e cidadania se tornou uma resposta à marginalização imposta por um sistema jurídico confuso e opressor.
A narrativa explora a evolução dos movimentos comunitários e sua influência na participação democrática, revelando as contradições da sociedade brasileira. A análise abrange desde o período colonial até os dias atuais, destacando a complexidade da cidadania, marcada por inclusão e desigualdade, e os mecanismos utilizados pelas elites para manter sua dominação.
