SINOPSE
Compreender as paisagens periféricas exige uma abordagem que vá além de métodos padronizados, valorizando a imersão e a colaboração. A construção de conhecimento deve ser um processo solidário, onde moradores e profissionais se unem para desenvolver soluções para favelas e ocupações, integrando saberes acadêmicos e populares. Essa interação não apenas reconhece os moradores como protagonistas, mas também enriquece a compreensão das dinâmicas locais.
A urbanista e educadora popular Cecilia Angileli, ao longo de dez anos, explorou diversas favelas na região da Serra da Cantareira, revelando as complexidades do cotidiano e os desafios enfrentados por seus habitantes. Sua pesquisa-ação propõe um novo olhar sobre a educação e a prática urbana, destacando a importância de superar limitações para um futuro mais inclusivo.