SINOPSE
A consciência da morte distingue os humanos de outros seres vivos, que permanecem alheios ao seu destino. Este trabalho investiga o dilema existencial que essa consciência provoca, explorando o simbolismo tumular e religioso no Cemitério da Saudade, em Belo Horizonte. Com uma rica história ligada à cidade, esse local se tornou um espaço onde as memórias e tradições das camadas populares se entrelaçam.
A pesquisa analisa como os símbolos presentes no cemitério, especialmente aqueles que evocam o sagrado, oferecem significados profundos diante da perda de entes queridos e da inevitabilidade da finitude humana.