SINOPSE
O confronto intelectual e moral entre Sébastien Castellio e João Calvino durante a Reforma Protestante no século XVI é explorado de forma intensa. Enquanto Calvino, um teólogo rigoroso, defendia a intolerância religiosa, Castellio emergia como um humanista que clamava pela liberdade de consciência, especialmente após a execução de Michael Servetus, condenado por heresia. Este evento catalisou a crítica de Castellio à violência e à coerção religiosa.
A narrativa destaca a luta entre dois modos de pensar, enfatizando a importância da tolerância e da liberdade de pensamento. A coragem de Castellio em desafiar a opressão se torna um exemplo inspirador, refletindo questões que permanecem relevantes até os dias atuais.