SINOPSE
Uma crítica ao entendimento atual do Direito de Família no Brasil é apresentada, questionando a visão predominante que considera o casamento como um contrato. A análise revela que muitos pensadores brasileiros, mesmo que de forma inconsciente, adotam pressupostos libertários e utilitaristas em suas reflexões.
Em contraposição, a obra propõe uma abordagem comunitarista, fundamentada nas ideias de Edgar de Godoi da Mata-Machado e Alasdair MacIntyre, para enriquecer o estudo do casamento e, de maneira mais abrangente, do Direito de Família.