SINOPSE
A relação entre mapas e territórios revela-se mais complexa do que a simples representação de um espaço. A cartografia ocidental nos ensina que essa interação é recíproca, onde a construção de um mapa não apenas reflete, mas também molda a percepção do espaço e do tempo. Essa dinâmica nos convida a repensar como entendemos e interagimos com o mundo ao nosso redor.
Os mapas não são meras ferramentas; eles traduzem uma forma de pensar que remonta ao pensamento naturalista grego do século VI a.C. Essa perspectiva matemática sobre o espaço e o tempo nos ajuda a compreender a evolução da cartografia e suas implicações nas mídias contemporâneas.




