SINOPSE
Instalando-se no território do pensamento queer, a narrativa explora as linhas que o constituem por meio de experimentações e montagens. O olhar se volta para as geografias dissidentes, criando um mapa dinâmico da teoria queer, repleto de fluxos, devires e resistências. Essa escrita-menor abre possibilidades para compreender as micropolíticas contemporâneas.
Um mapa não é um ponto de chegada, mas uma relação dependente dos desejos e das posições dos sujeitos. Convidando a uma experiência de exploração, a leitura se transforma em um passeio por caminhos ainda não traçados, onde se pode tanto se perder quanto encontrar novas perspectivas.