SINOPSE
Desde o final do século XIX, intelectuais argentinos utilizaram teorias raciais e étnicas para entender a formação de sua nação. A noção do “crisol de raças”, baseada em conceitos biológicos e no darwinismo social, serviu como um mecanismo de controle social e étnico, especialmente durante a imigração europeia a partir de 1880. A análise das relações entre dois pensadores proeminentes revela como suas ideias influenciaram a narrativa nacional.
A pesquisa foca na produção de Carlos Octavio Bunge e José Ingenieros em revistas importantes do início do século XX, destacando suas contribuições para o debate sobre identidade e história na Argentina.
