SINOPSE
As mudanças no organograma das corporações têm impactado significativamente o mundo do trabalho, especialmente com a horizontalização das relações. Muitas pessoas são promovidas a cargos de chefia, mas frequentemente não exercem poder real de decisão. A legislação trabalhista brasileira, por sua vez, não se atualizou para refletir essas transformações, resultando em uma proteção insuficiente para os altos empregados.
É fundamental compreender o conceito de cargo de confiança, considerando critérios objetivos e subjetivos. A análise cuidadosa de cada caso é essencial para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados, confrontando a realidade vivida com as disposições formais do organograma.